


Seguindo o raciocínio descrito no último post, venho apresentar as ideias para o desenvolvimento turístico do litoral Atlântico Português compreendido entre Lisboa e Sagres e o Litoral Algarvio.
Os projectos que aqui colocaria em marcha teriam como objectivo tornar estas zonas mais apelativas internacionalmente. Os projectos necessitariam da estreita colaboração e apoio das entidades ligadas à protecção ambiental.
Essas entidades, teriam como responsabilidade além da escolha de 2 locais onde seriam construídos recifes artificiais, a forma como seriam construídos. Esses recifes deveriam ser os maiores da Europa e teriam como objectivo, ser considerados um dos 20 melhores locais para a prática de mergulho a nível mundial.
Os recifes artificiais teriam uma área de pelo menos, um hectare cada um e teriam de ser criados, um no espaço compreendido entre Setúbal e Sesimbra e o outro no Algarve, de preferência entre Faro e Vila Real de Sto António (a minha opinião o potencial turístico existente entre Faro e Sagres é maior devido à importância das cidades na história Portuguesa e aos monumentos existentes). Estes locais iriam responder às necessidades dos amantes do mergulho além de permitirem aos turistas, uma diversificação de actividades de lazer. Beneficiariam com estas construções artificiais, as indústrias hoteleiras, restauração, aluguer de embarcações, transportes, etc. O acesso aos recifes seria efectuado apenas por embarcações autorizadas.
Os projectos que aqui colocaria em marcha teriam como objectivo tornar estas zonas mais apelativas internacionalmente. Os projectos necessitariam da estreita colaboração e apoio das entidades ligadas à protecção ambiental.
Essas entidades, teriam como responsabilidade além da escolha de 2 locais onde seriam construídos recifes artificiais, a forma como seriam construídos. Esses recifes deveriam ser os maiores da Europa e teriam como objectivo, ser considerados um dos 20 melhores locais para a prática de mergulho a nível mundial.
Os recifes artificiais teriam uma área de pelo menos, um hectare cada um e teriam de ser criados, um no espaço compreendido entre Setúbal e Sesimbra e o outro no Algarve, de preferência entre Faro e Vila Real de Sto António (a minha opinião o potencial turístico existente entre Faro e Sagres é maior devido à importância das cidades na história Portuguesa e aos monumentos existentes). Estes locais iriam responder às necessidades dos amantes do mergulho além de permitirem aos turistas, uma diversificação de actividades de lazer. Beneficiariam com estas construções artificiais, as indústrias hoteleiras, restauração, aluguer de embarcações, transportes, etc. O acesso aos recifes seria efectuado apenas por embarcações autorizadas.
O 2º Projecto para o qual seriam chamados os ambientalistas, seria a criação de 2 praias dedicadas à prática do Surf. Os ambientalistas teriam a responsabilidade de escolher duas zonas, cada uma com 400m de frente de mar, onde se alteraria o fundo do mar de forma artificial, de modo a criar as condições perfeitas para a prática do Surf.
Uma das praias seria situada entre a Trafaria e a Praia do Meco (costa virada para o Oceano) a outra seria situada na Costa Alentejana, entre Sines e Vila Nova de Mil Fontes. Com estas condições criadas, poderíamos absorver os milhares de pessoas que procuram os melhores locais no mundo para a prática da modalidade, dinamizando a área hoteleira, restauração e transportes.
Disse há pouco tempo atrás o Sr. Belmiro de Azevedo que na sua opinião, em vez de se fazer uma obra de na casa das dezenas de milhar de milhões de euros?!?!?! Deveriam se executar umas dezenas de obras na casa das centenas de milhões. Eu também concordo, as obras aconteceriam um pouco por todo o lado, criando postos de trabalho em todos os distritos e deixando em cada local, um pólo de atracção capaz de por si só, gerar receitas para a região, assegurando postos de trabalho o ano inteiro, coisa tão rara nesta época em que vivemos.
Bom fim semana a todos e boas ideias.
Uma das praias seria situada entre a Trafaria e a Praia do Meco (costa virada para o Oceano) a outra seria situada na Costa Alentejana, entre Sines e Vila Nova de Mil Fontes. Com estas condições criadas, poderíamos absorver os milhares de pessoas que procuram os melhores locais no mundo para a prática da modalidade, dinamizando a área hoteleira, restauração e transportes.
Disse há pouco tempo atrás o Sr. Belmiro de Azevedo que na sua opinião, em vez de se fazer uma obra de na casa das dezenas de milhar de milhões de euros?!?!?! Deveriam se executar umas dezenas de obras na casa das centenas de milhões. Eu também concordo, as obras aconteceriam um pouco por todo o lado, criando postos de trabalho em todos os distritos e deixando em cada local, um pólo de atracção capaz de por si só, gerar receitas para a região, assegurando postos de trabalho o ano inteiro, coisa tão rara nesta época em que vivemos.
Bom fim semana a todos e boas ideias.
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